SINOPSE
Em 2024, a crise climática alcançou níveis alarmantes, com recordes de temperaturas globais e fenômenos extremos. Dados recentes revelam que 2023 foi o ano mais quente em 174 anos, com a média global atingindo 1,45°C acima dos níveis pré-industriais. As consequências ambientais são evidentes e amplamente documentadas, refletindo a urgência da situação.
Projeções indicam que, sem intervenções significativas, os limites estabelecidos pelo Acordo de Paris poderão ser ultrapassados em breve. A necessidade de ação imediata e eficaz é mais crucial do que nunca para mitigar os impactos dessa crise.