SINOPSE
Analisando os saberes e práticas educativas em assentamentos da Reforma Agrária no Maranhão, a pesquisa adota uma abordagem decolonial, fundamentando-se nas teorias crítica e feminista decolonial. Com uma metodologia qualitativa e interdisciplinar, a investigação inclui uma revisão bibliográfica rigorosa e utiliza a história oral para coletar narrativas de vida, permitindo uma análise hermenêutica das experiências dos educadores.
Os resultados revelam uma dualidade nos saberes adquiridos: enquanto alguns se baseiam em concepções tradicionais e eurocêntricas, outros promovem uma visão emancipatória da educação. Apesar das influências dos movimentos sociais, práticas que reproduzem a lógica colonial ainda persistem, destacando a complexidade das relações de poder que moldam a formação desses educadores.