SINOPSE
Analisando os registros de batismo de escravos adultos da Matriz de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto, é possível reconstruir as redes sociais formadas pelo parentesco espiritual no contexto colonial. O estudo das fontes primárias oferece novas contribuições à historiografia do século XVIII, revelando aspectos do quadro social em Vila Rica entre 1712 e 1750.
A pesquisa destaca a participação dos cativos como agentes sociais, evidenciando as relações de compadrio com seus senhores. Esses laços de sociabilidade, estabelecidos em meio a hierarquias rígidas, foram fundamentais para a construção de estratégias que visavam melhorar suas vidas.