SINOPSE
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Um mergulho nas complexas dinâmicas entre mães e filhas revela as histórias de captura, onde o narcisismo materno aprisiona a filha em um ciclo de dependência. Esse investimento emocional, em vez de promover o crescimento, limita a liberdade da jovem, criando um vínculo que a mantém cativa.
Sem a intervenção de uma terceira parte que possibilite a separação, a psicanálise surge como uma ferramenta essencial para romper essas amarras. A reflexão sobre essas relações profundas provoca questionamentos sobre identidade e autonomia, essenciais para a construção de um futuro saudável.
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