SINOPSE
As ditaduras do Entre Guerras, surgidas em um contexto de democratizações polarizadas, optaram pelo corporativismo como estratégia para reprimir e cooptar movimentos trabalhistas, grupos de interesse e elites. A análise se concentra na adoção de instituições corporativas sociais e políticas em diversos países da Europa e América Latina durante a primeira metade do século XX.
A pesquisa revela como os legislativos “orgânicos” foram utilizados para consolidar esse modelo, oferecendo uma nova perspectiva sobre as interações entre poder político e estruturas sociais nesse período histórico.