SINOPSE
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Um convite à desobediência emerge das encruzilhadas do pensamento e da vida, onde a rebeldia se torna um ato revolucionário. A figura de Exu representa essa desobediência, desafiando a lógica ocidental e propondo uma nova forma de inventar a realidade através da devoração antropofágica. Este espaço de errância se transforma em um fio condutor para reflexões críticas que buscam romper com opressões históricas.
A encruzilhada é um símbolo de potência, onde a fluidez e o movimento permitem múltiplos deslocamentos. Ela convoca a uma aventura nômade, desafiando a inércia e propondo novas possibilidades de vida para os povos subalternizados. Nesse contexto, a encruzilhada se revela como um dispositivo de práticas e afetos, promovendo um giro inovador do pensamento.
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