SINOPSE
Explora-se a origem e o significado do conceito de racismo estrutural, revelando como essa ideia, promovida por teóricos do progressismo contemporâneo, distorce os entendimentos de “raça” e etnia. A análise traça paralelos históricos, destacando semelhanças com a manipulação de conceitos na Alemanha das décadas de 30 e 40.
Com uma abordagem crítica, o texto convida à reflexão sobre as implicações sociais e culturais dessa distorção, instigando o leitor a questionar as narrativas predominantes e a compreender as raízes do racismo na sociedade atual.