SINOPSE
Tensões profundas permeiam as realidades opostas presentes no livro de Ezequiel. A busca por entender um Deus que é ao mesmo tempo severo e compassivo, e a relação entre a pureza divina e a imperfeição humana, revelam paradoxos que vão além de meras figuras de linguagem. Esses oximoros refletem a experiência de Israel durante o exílio babilônico e suas crises espirituais e sociais.
A interseção entre santidade e humanidade, bem como soberania divina e consciência humana, provoca reflexões sobre justiça, liberdade e fé. Questões que permanecem relevantes, convidando à exploração do relacionamento entre o divino e o humano, e à compreensão da condição humana em sua complexidade.