SINOPSE
Quintais de Évora guardam limoeiros que se projetam sobre muros antigos, revelando a conexão entre passado e presente. A presença desses frutos é um símbolo de afeto e memória, refletindo a essência do lugar e de seus habitantes. A simplicidade da natureza se entrelaça com a história, criando um espaço onde a poesia floresce.
As lembranças do autor emergem em versos que capturam a beleza do cotidiano e a solidão de Portugal. Com uma abordagem moderna e estruturada, os poemas revelam a busca por novas formas de expressão, unindo tradição e inovação em uma celebração lírica da vida.