SINOPSE
Após colapsos climáticos e pandemias, o planeta se reorganizou em zonas de sobrevivência. Na Linha do Equador, Porto Zero se destaca como guardiã do último grande aquífero profundo, onde cada gota de água é monitorada e cada nascimento, autorizado. No extremo norte, o Arco Boreal controla a tecnologia climática, enquanto as Cidades-Estado Verticais priorizam a eficiência. Crianças nas Zonas de Readequação Territorial aprendem que viver é um privilégio estatístico.
Quando oscilações no índice hídrico revelam instabilidades, o equilíbrio global começa a rachar. A narrativa explora os limites de um sistema que busca estabilidade, questionando quem decide o futuro da humanidade e do planeta em meio a crises contemporâneas.