SINOPSE
O caso de uma vítima de estupro em 2020 expôs as falhas do sistema de justiça criminal brasileiro, revelando práticas de vitimização secundária que agravam o sofrimento das mulheres. O interrogatório agressivo enfrentado pela vítima levantou questões sobre a culpabilização e o apoio oferecido às vítimas, refletindo uma cultura que naturaliza a violência sexual.
A pesquisa busca investigar se essa situação é um fenômeno isolado ou parte de uma tendência mais ampla. Com isso, pretende-se identificar as causas da vitimização secundária e propor soluções que tornem o sistema judiciário mais acolhedor e eficaz no tratamento das vítimas.