SINOPSE
Na década de 1960 e 1970, cineastas exploraram Portugal em busca da essência de um país rural, refletindo sobre a autenticidade da cultura popular. A conexão entre cinema documentário e ficcional revela a identidade nacional, destacando a importância da representação da ruralidade e da tradição. Essa filmografia questiona a homogeneidade da memória nacional, abordando a fixação em conceitos como pastoralismo e raízes.
As imagens são analisadas através de diferentes modalidades, incluindo o arquivo etnográfico e o cinema revolucionário. Cada abordagem busca um diálogo entre o povo filmado e as motivações que variam entre a pesquisa científica e as aspirações românticas.