SINOPSE
Experiências de uma professora-pesquisadora em instituições públicas da periferia de São Bernardo do Campo revelam a complexidade dos discursos sobre corpos injuriados na escola. A pesquisa busca desnaturalizar estereótipos e preconceitos relacionados a gênero, explorando como esses discursos moldam padrões de normalidade e marginalizam representações consideradas desviantes.
Os capítulos abordam a relação da pesquisadora com a comunidade escolar e a análise crítica de materiais didáticos sobre gênero. A construção de sequências didáticas inovadoras, que ressignificam injúrias vivenciadas, destaca a importância da interseccionalidade no ensino de filosofia e na formação de um ambiente mais inclusivo.