SINOPSE
Uma análise profunda do estado atual da literatura portuguesa revela uma transição em direção à individualidade, afastando-se das monarquias literárias. A evolução da arte é discutida, com ênfase na importância da verdade e na crítica à supremacia literária de figuras que carecem de originalidade, como Castilho, que se apoia em estilos ultrapassados.
A estética é destacada como fundamental, condenando as falsidades e exaltando a fusão entre ciência e beleza. A busca por autenticidade e progresso na literatura é defendida, questionando aqueles que priorizam a forma em detrimento da substância.