SINOPSE
A precariedade habitacional em Londres e Rio de Janeiro é analisada através de quatro movimentos sociais que emergem nessas cidades. A pesquisa revela um panorama diversificado sobre a moradia, abordando experiências sociais distintas e suas intersecções. Com uma metodologia que diferencia dimensões integradoras, estratégicas e culturais, o estudo investiga as fronteiras entre privacidade e questões públicas relacionadas à habitação.
Temas como a individualização das políticas de moradia e as ameaças de remoção enfrentadas por indivíduos são destacados. A relevância dos movimentos sociais nas periferias e as demandas por reconhecimento espacial também são discutidas, oferecendo uma visão abrangente das lutas contemporâneas por moradia digna e direito à cidade.