SINOPSE
Durante os dias que antecedem a execução, um carcereiro curioso se vê envolvido nas reflexões de um prisioneiro condenado por heresia. Ao entregar a única refeição diária, ele questiona o motivo da condenação e descobre que o magistrado negou ao preso um confessor. As conversas entre eles revelam concepções profundas sobre o Universo e a criação da humanidade, enquanto o carcereiro, desobedecendo ordens, registra tudo em segredo.
Esses diálogos instigantes levantam questões sobre a natureza do saber e a insignificância do ser humano diante da vastidão do cosmos. A linha entre heresia, ciência e fantasia se torna tênue, convidando o leitor a refletir sobre suas próprias crenças e verdades.