SINOPSE
O estudo do cinema brasileiro entre 1896 e 1949 revela uma trajetória repleta de ciclos e recomeços. Desde as primeiras exibições até a Era dos Estúdios, esse período é caracterizado por tentativas hesitantes de afirmação, com a maioria das produções das duas primeiras décadas do século perdidas ao longo do tempo. Nos anos 20, surgiram ciclos regionais efêmeros, enquanto os anos 30 trouxeram obras-primas do cinema mudo e o surgimento dos estúdios, como a Cinédia.
A década seguinte, embora marcada por uma crise persistente e produção escassa, também plantou as sementes para um futuro mais promissor. A análise de filmes significativos desse período oferece um panorama abrangente da evolução da cinematografia brasileira, destacando seus impasses e perspectivas ao longo de meio século de história.