SINOPSE
Na contramão de abordagens punitivistas, uma crítica é proposta ao uso da polícia e à judicialização de problemas sociais, questionando como proteger populações vulneráveis, como mulheres, migrantes e minorias, sem recorrer ao sistema penal. A análise busca refletir sobre a violência como parte estrutural do patriarcado e do capitalismo, em vez de uma questão exclusivamente masculina.
A defesa de uma despatriarcalização e decolonização da proteção sugere alternativas ao securitarismo, inspiradas em experiências comunitárias e profissionais engajados. A interrogação sobre proteção, classe, raça e heteronormatividade amplia o entendimento das violências enfrentadas.