SINOPSE
Entre usuários e algoritmos, a margem de manobra é quase inexistente, tornando a negociação um desafio. Diversas inteligências artificiais atuam em áreas como saúde, legislação e educação, enquanto outras permanecem silenciadas. O poder tecnológico, em mãos de elites, oferece ferramentas de controle e acesso a um vasto conhecimento humano. A oligarquia do algoritmo se estabelece quando cálculos rápidos dominam, superando a política e as finanças, enquanto uma superinteligência pode ameaçar a própria humanidade.
Dilemas éticos emergem, levando à reflexão sobre o futuro da espécie e o papel da tecnologia na evolução. A afirmação de que a inteligência artificial conhece o indivíduo mais do que ele mesmo é contestada, pois algoritmos apenas processam dados, sem captar a essência vital do ser humano. Este estudo provoca questionamentos profundos sobre a moralidade tecnológica contemporânea.