SINOPSE
Em 2018, o Brasil vivenciou um fenômeno eleitoral impulsionado por diversas forças sociais e políticas. O antipetismo, alimentado por grupos empresariais e de comunicação, uniu-se ao elitismo cultural, que encontrou eco na classe média e em segmentos emergentes. A adesão dos evangélicos e um forte sentimento antissistema, evidenciado por abstenções e votos nulos, também desempenharam papéis cruciais. Além disso, novas plataformas digitais foram utilizadas para disseminar informações, muitas vezes distorcidas.
A análise dessas dinâmicas revela como esses elementos convergiram para a ascensão de um novo movimento político no país. A compreensão desse contexto é essencial para decifrar os desafios enfrentados na atualidade, proporcionando uma visão clara e acessível sobre a transformação do cenário político brasileiro.