SINOPSE
Uma coletânea lírica se transforma em um manifesto de resistência, utilizando a forma clássica do soneto para denunciar a exploração do Rio Paraíba do Norte. Este corpo d’água, essencial à memória nordestina, é apresentado como um personagem ferido, vítima de interesses econômicos que confundem progresso com devastação. Cada poema revela as consequências da destruição ambiental e a exclusão dos povos que sempre viveram em harmonia com o rio.
Com uma abordagem de enfrentamento, a obra convoca vozes populares e destaca a importância da responsabilidade coletiva. Através de sua poesia, o autor expressa indignação e fé na vida, afirmando que salvar um rio é garantir um futuro sustentável.