SINOPSE
Num universo repleto de telas e incessantes notificações, Leonor vive uma rotina marcada pela pressa e pela superficialidade. Apesar de sua habilidade em gerenciar informações, ela se sente vazia, como um dispositivo sem dados. Cansada do frenesi digital, decide desconectar-se e mergulhar em um silêncio profundo, onde encontra um candeeiro antigo chamado Elói. Ao acendê-lo, uma luz quente e acolhedora a envolve, revelando um novo entendimento sobre a vida.
Através dessa experiência, Leonor percebe que a tecnologia não é o problema, mas sim a urgência que ela mesma criou. Elói se torna um símbolo de pausa, lembrando-a da importância de estar presente e encontrar o equilíbrio. Essa jornada oferece uma reflexão sobre o bem-estar digital e a busca por uma existência mais autêntica em meio ao caos moderno.