SINOPSE
Marcas profundas na subjetividade são deixadas pela violência na infância, influenciando a identidade e as relações interpessoais ao longo da vida. A análise psicanalítica revela os impactos psicológicos do abuso sexual infantil e sua conexão com a vulnerabilidade social e sexual da mulher, explorando como traumas moldam padrões inconscientes que afetam a sexualidade e a busca por reconhecimento.
Além de contextualizar historicamente a prostituição, a reflexão sobre as dinâmicas de subjetivação e os mecanismos psíquicos que levam à revivência do abuso é essencial. A obra propõe intervenções terapêuticas que visam minimizar danos psicológicos e promover a reconstrução da subjetividade das vítimas, contribuindo para um olhar mais humanizado sobre esses desafios.