SINOPSE
Identidade emerge como uma quimera na modernidade, onde a busca por fama e a devoção a ideais criados por diversas disciplinas das ciências humanas visam garantir a “felicidade” e o controle. No entanto, essa busca revela-se fútil, pois o tempo transforma tudo ao seu redor.
Com uma abordagem poética, a obra apresenta uma reflexão sobre a efemeridade das certezas e a inevitabilidade das mudanças. Em apenas 18 versos, a profundidade das questões humanas é explorada, convidando o leitor a ponderar sobre sua própria jornada e a natureza da existência.