SINOPSE
Reflexões profundas sobre a formação clerical revelam como os seminários podem se tornar “cavernas platônicas”. A análise das origens econômicas e socioculturais dos seminaristas destaca a tensão entre suas culturas familiares e as exigências contemporâneas, evidenciando os impactos dolorosos na formação religiosa.
O desejo de escapar da vergonha das origens leva os formandos a se encantarem com o “consumo do sagrado”, admirando padres influenciadores digitais e buscando prestígio através de vestuário e adereços. Essa dinâmica reflete uma versão moderna da caverna de Platão, marcada pela superficialidade e narcisismo.