SINOPSE
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Desde a chegada das embarcações europeias ao Brasil, a percepção do mundo mudou para sempre. Os Tupinambás, um povo que entrelaçava vida, morte e espiritualidade, praticavam rituais que envolviam o consumo da carne de inimigos derrotados, vistos como atos sagrados de honra. Para os europeus, esses rituais representavam a barbárie, criando uma imagem aterradora e fascinante que eternizou os Tupinambás como “canibais do Novo Mundo”.
A jornada proposta convida à reflexão sobre o choque entre civilizações e a verdadeira essência da humanidade. Ao explorar memórias e pensamentos de figuras históricas, revela-se que as fronteiras entre civilização e selvageria podem ser mais tênues do que se imagina, proporcionando um despertar profundo e uma conexão entre mundos e tempos.
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