SINOPSE
A fitoterapia, prática milenar, foi muitas vezes reduzida a aplicações empíricas, desconectadas da fisiologia do organismo. Surge, então, uma abordagem que a apresenta como uma ciência estruturada, integrada à medicina naturopática, fundamentada em diversas áreas, como farmacognosia e fisiologia hepática. As plantas são vistas como matrizes bioquímicas complexas, capazes de modular vias metabólicas e respeitar a organização sistêmica do corpo humano.
Com uma lógica clínica progressiva, a obra explora a preparação do terreno e a modulação inflamatória, enfatizando que a eficácia depende da leitura fisiológica do paciente. Destinada a profissionais da saúde integrativa e estudantes, oferece uma compreensão rigorosa da medicina natural, mostrando que tradição e ciência podem ser complementares na prática clínica.