SINOPSE
Refinando as ideias do Tratado da Natureza Humana, a obra de 1748 apresenta uma análise clara do empirismo, onde o conhecimento é fundamentado na experiência sensorial. A distinção entre impressões e ideias é central, assim como a crítica à causalidade, que sugere que a relação de causa e efeito é uma expectativa psicológica, não uma necessidade lógica. A discussão sobre milagres desafia crenças religiosas, exigindo evidências extraordinárias para violações das leis naturais.
Com um ceticismo moderado, a obra reconhece os limites da razão, mas defende sua utilidade prática. Essa abordagem provoca reflexões sobre conhecimento e crença, equilibrando dúvida filosófica com pragmatismo, o que a torna relevante para debates contemporâneos em epistemologia e religião.