SINOPSE
Uma ampla pesquisa revela o universo das crianças e adolescentes marginalizados durante a Primeira República. A visão predominante era de que a infância pobre, se assistida e educada, poderia se tornar um futuro promissor para a nação. No entanto, quando abandonadas, eram vistas como potenciais delinquentes, representando uma ameaça ao progresso social.
O estudo utiliza uma variedade de fontes, incluindo imprensa, arquivos de instituições de assistência e documentação policial, para explorar as complexas realidades enfrentadas por esses jovens. A análise busca entender como a infância desvalida foi percebida e gerida na sociedade da época.