SINOPSE
Dois textos interligados exploram a crise provocada pelo capitalismo financeiro e a necessidade de uma nova linguagem. Através de um manifesto provocador, são apresentados desafios contemporâneos que exigem ação e reflexão sobre a felicidade pública e o bem comum. A proposta é transcender as limitações impostas pelo sistema econômico, buscando alternativas que revitalizem a imaginação social.
A metáfora da poesia surge como uma saída para a paralisia do corpo social. A urgência de reaprender a respirar em tempos de asfixia é central, questionando como lidar com a falta de ar gerada pela abstração e propondo a poesia como uma forma de invenção coletiva e libertadora.