SINOPSE
Uma etnografia revela a dinâmica de coletivos culturais que integram uma rede de agentes criativos, surgida em 2005, com o objetivo de promover eventos fora do eixo Rio-São Paulo. A pesquisa investiga como saberes técnicos e ideológicos são adaptados às realidades locais, apresentando um conjunto de códigos que orientam a atuação desses coletivos de maneira autônoma.
O texto discute um discurso econômico que emerge desse contexto, fundamentado nos princípios da Economia Solidária e Criativa, entrelaçando questões políticas e sociais. Essa abordagem provoca reflexões sobre a subversão e a resistência cultural na contemporaneidade.