SINOPSE
A crescente taxa de encarceramento no Brasil revela um problema social urgente, que demanda políticas públicas eficazes. Além de abordar a criminalidade, é crucial examinar o modelo societário atual, que, fundamentado em ideais capitalistas, perpetua a exclusão e a vulnerabilidade social. A reflexão sobre um desenvolvimento que promova a liberdade é essencial para romper o ciclo de criminalidade.
O foco recai sobre o impacto do encarceramento nas famílias dos detentos, analisando as consequências sociais e os desafios enfrentados. A discussão inclui o auxílio-reclusão, a única política pública voltada para apoiar os dependentes dos encarcerados, buscando alternativas para a superação desse ciclo.