SINOPSE
Uma crítica incisiva aos fundamentos do movimento feminista emerge ao se questionar a noção de identidade. A proposta é que a identidade deve ser considerada no plural, desafiando a ideia de uma única forma de ser mulher. Além disso, a distinção entre sexo e gênero é reavaliada, sugerindo que ambos são construções sociais e culturais, levando a uma nova compreensão das categorias de heterossexualidade e sexualidade.
Essas reflexões provocativas instigam uma reavaliação das questões de gênero, convidando a uma exploração mais ampla sobre o que significa ser homem ou mulher. A obra, lançada na década de 1990, é um marco na renovação do pensamento feminista contemporâneo.