SINOPSE
Todos enfrentamos a fragilidade da sanidade, que se revela em silêncios, impulsos e traumas não resolvidos. A saúde mental é um conceito que evoluiu, mostrando que ser funcional é conviver com dores internas que não são visíveis, mas que afetam profundamente a vida. A linha entre sanidade e loucura é tênue, e muitos se encontram em um estado de delírio, habitando realidades criadas por suas próprias mentes fragmentadas.
Convidar o leitor a espiar essa complexidade é um desafio. A narrativa oferece uma visão íntima de uma mente despedaçada, onde múltiplas vozes e personalidades coexistem. Ao explorar essa experiência, o leitor pode se deparar com reflexões sobre sua própria sanidade, revelando que, por trás de cada impulso, há uma história que merece ser ouvida.