SINOPSE
A paixão e o amor são considerados elementos essenciais na prática educativa, sem que isso signifique desconsiderar a verdade e o conhecimento objetivo. A pedagogia histórico-crítica não vê conflito entre a valorização do saber objetivo e a reflexão sobre a arte na formação humana, propondo uma superação da falsa dicotomia entre etnocentrismo e relativismo cultural na educação.
Essa superação exige uma análise crítica da agenda pós-moderna e do ceticismo contemporâneo, com implicações significativas para a formação de professores e intelectuais críticos na pós-graduação em educação. O diálogo entre os autores aborda a necessidade de enfrentar as diversas formas de alienação presentes na sociedade capitalista.