SINOPSE
Uma análise profunda revela como a economia e as finanças comportamentais interagem com fatores psicológicos para moldar a confiança. A pesquisa inclui uma revisão da evolução econômica, destacando a transição de uma visão puramente racional para a inclusão de elementos não racionais, culminando na intersecção entre economia e psicologia. Casos notáveis de excesso de confiança na tomada de decisões são explorados, assim como a definição de risco e confiança.
A coleta de dados foi realizada através de questionários aplicados a estudantes de uma instituição de ensino superior em Minas Gerais, permitindo uma análise estatística das variáveis. O desenvolvimento de um modelo econométrico possibilitou uma compreensão mais clara sobre como a confiança se forma, evidenciando o impacto significativo de comportamentos muitas vezes ignorados nas escolhas individuais.