SINOPSE
Um exame crítico revela como o serviço Disque 100 lidou com a discriminação religiosa em relação às religiões afro-brasileiras entre 2019 e 2022. A análise abrange a origem da discriminação, a evolução do Disque 100 como ferramenta de repressão e promoção dos direitos humanos, e apresenta dados que ressaltam sua relevância. Além disso, discute o processo de ruptura política que afetou a atuação do serviço sob a gestão anterior.
A necropolítica vigente, marcada por racismo e classismo, comprometeu a liberdade religiosa e instaurou um retrocesso social. A reflexão final alerta para os perigos de uma agenda neoconservadora que ameaça direitos fundamentais, tornando a leitura essencial para quem deseja compreender os desafios enfrentados na recente história do país.