SINOPSE
Refletir sobre a importância do letramento trans no Brasil é essencial, e um ensaio de Dri Azevedo aborda essa temática com profundidade. Além disso, a construção do insólito nas obras de Shirley Jackson é explorada, revelando a complexidade de suas narrativas.
O pensamento e a atuação pública de Antonio Candido são analisados em um panorama que destaca sua relevância, enquanto Luciany Aparecida discute a função “contra-colonial” das assinaturas estéticas em sua ficção. Por fim, a memória e ancestralidade são entrelaçadas na perspectiva do artista visual Gustavo Caboco, que compartilha suas experiências em uma entrevista.