SINOPSE
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Desbravar o mito dos bandeirantes revela a crueza de uma expansão territorial marcada por sangue e ferro. A narrativa mergulha na lama de Piratininga e nas matas virgens, onde a conquista do mapa significou o apagamento de nações. A jornada visceral retrata o nascimento de um país sobre um solo de ossos, onde a “civilização” avança como uma doença febril, devorando o horizonte e silenciando povos.
Homens de faces curtidas e almas endurecidas traem a terra que falam. A bandeira da expedição não carrega apenas um brasão, mas o peso de mil almas perdidas, transformando o chão virgem em um cemitério sem cruzes, revelando a verdade nua de que, para expandir o reino, foi preciso assassinar a inocência da terra.
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