SINOPSE
Sentir-se à deriva é comum quando a felicidade parece sempre fora de alcance. Relações desgastadas, carreiras estagnadas e feridas não cicatrizadas podem levar à busca de culpados externos. No entanto, a verdadeira prisão pode estar na narrativa de culpa que se conta a si mesmo, impedindo a paz interior e a realização pessoal.
A jornada de autodescoberta e libertação proposta neste livro revela como a tendência de culpar os outros perpetua um ciclo de vitimismo. A auto-responsabilidade emerge como a chave para a verdadeira liberdade, permitindo a cura, a reconciliação e a construção de um novo começo repleto de propósito e alegria.