SINOPSE
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Desde sua criação, a psicologia enfrenta o desafio de definir seu objeto de estudo, seja ele a mente, o comportamento ou o cérebro. A neurociência cognitiva, surgida com o avanço de instrumentos que permitem observar o cérebro em funcionamento, levanta questões sobre a relação entre atividade cerebral e comportamento, questionando se esta última é meramente causal.
A proposta do neurobehaviorismo cognitivo sugere que o comportamento é determinado por um contexto em que a atividade cerebral atua como uma variável encoberta. Ensaios apresentados aqui exploram temas relevantes para psicólogos, baseados em pesquisas realizadas ao longo de 25 anos.
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