SINOPSE
Uma ausência histórica se revela ao longo dos séculos, onde a narrativa sobre Jesus foi contada de forma incompleta. Vozes silenciadas e textos enterrados refletem a necessidade de estabilidade das religiões organizadas, enquanto a revelação, por sua natureza, é instável. Escritos apócrifos e gnósticos surgem para expor a dimensão interior e libertadora da mensagem de Jesus, propondo um diálogo entre os evangelhos canônicos e os textos rejeitados.
A proposta é ampliar a consciência, apresentando Jesus não como um símbolo de medo ou culpa, mas como um revelador de um Deus acolhedor. A leitura convida a um risco transformador: a possibilidade de um Deus que não assusta, mas que liberta e ilumina.