SINOPSE
Na nacionalidade literária de uma província erma, a narrativa revela a beleza estranha e estrangeira da linguagem. Vozes de crianças marcadas pela dor ecoam, trazendo à tona a vulnerabilidade de seres lançados ao mundo sem proteção. A literatura se transforma em um espaço de espera e retaguarda, onde termos como “cuco” e “minotauro inicial” ganham vida, representando uma celebração da palavra que emerge do homem desprotegido.
Combinando ensaio filosófico e aforismos poéticos, a obra busca registrar uma dor ancestral, presente na memória de uma infância perdida. Através de uma prosa intensa, a narrativa convida à reflexão sobre a condição humana e a busca por significado em meio ao desamparo.