SINOPSE
O neoliberalismo enfrenta uma fragmentação profunda, levantando questões sobre o que poderá emergir de suas ruínas. A crise política, ecológica e social global, evidenciada por líderes de extrema-direita, abalou a crença de que o capitalismo neoliberal pode beneficiar a maioria dentro da democracia. A análise revela como essa crença foi moldada no final do século XX, com foco em reconhecimento e distribuição, e como sua erosão gerou novas formas de populismo.
Esses fenômenos são vistos como sinais da crise de hegemonia do neoliberalismo, onde a transição entre o velho e o novo se torna urgente. A oportunidade de transformar o populismo progressista em uma força social emancipatória é discutida, sugerindo que é possível reivindicar uma nova hegemonia em meio ao caos atual.