SINOPSE
O trabalho econômico é frequentemente visto como uma necessidade inescapável, mas essa visão pode ser equivocada. Na verdade, a ociosidade e as atividades criativas são o que realmente atraem o ser humano. A luta pelo poder ao longo da história revela quem controla a produção e, consequentemente, quem tem acesso ao “direito” à ociosidade, moldando as relações sociais e culturais.
Em um contexto de desemprego estrutural nas sociedades contemporâneas, surgem paradoxos relacionados ao capitalismo. À medida que a indústria avança, muitos trabalhadores são dispensados, resultando em um tempo livre sem precedentes que transforma a relação com o trabalho.