SINOPSE
Certas experiências marcam um ponto sem retorno, onde o que foi vivido permanece, mesmo após as palavras se esgotarem. Fragmentos e vestígios se entrelaçam, criando uma presença silenciosa que insiste em existir. A narrativa não se estrutura em começo ou fim, mas sim em uma cartografia das impossibilidades, explorando o que não pode ser desfeito ou apagado, moldando a linguagem e a percepção.
Textos que funcionam como superfícies de contato com o irreversível não oferecem respostas ou conclusões. A proposta é uma leitura que transcende a página, convidando o leitor a atravessar um universo onde o que permanece é mais importante do que o que se pode narrar.