SINOPSE
Por que a imagem de uma freira gera mais engajamento do que a de um bilionário? A semiótica da fé é explorada em um ensaio provocativo que investiga como a cultura pop utiliza a iconografia católica. A arte, longe de buscar a salvação, se apropria da narrativa da Redenção, refletindo uma era marcada pela otimização algorítmica e pela busca incessante por felicidade.
O texto analisa a transgressão de figuras icônicas e como a fé é transformada em produto de consumo. Questões sobre a relação entre culpa, sacrifício e marketing são levantadas, revelando o preço da alma na era das marcas pessoais.