SINOPSE
Corpos podem carregar mapas invisíveis, revelando fissuras que se transformam em poesia. Cada verso emerge de um território íntimo, onde desejo, disforia, solidão e amor se entrelaçam como cicatrizes vivas. Movimentos que exploram carne, afeto e o silêncio após o colapso abordam experiências de identidade, violência emocional e a luta pela permanência. A escrita é confessional, melancólica, mas firme, expondo o corpo como um campo de batalha e o amor como uma promessa que, muitas vezes, causa dor antes de acolher.
Reflete sobre a existência em tempos de desistência, a habilidade de habitar o vazio sem renunciar à intensidade. Não se trata de superação, mas de persistência. Para aqueles que veem na poesia um espelho verdadeiro e reconhecem que alguns silêncios falam mais que palavras, esta obra oferece um espaço de reflexão e identificação.