SINOPSE
Entre a fragilidade das asas e a rigidez do vidro, a narrativa revela um retrato visceral da condição humana e das monstruosidades que habitam a normalidade. Através de um protagonista que captura borboletas, a obra explora a obsessão por beleza e liberdade, transformando admiração em possessão. A tensão psicológica e o horror contemplativo se desdobram em camadas, revelando o que há de mais sombrio nas dinâmicas de poder e desejo.
À medida que a jovem se torna o centro do universo distorcido do protagonista, questões de moralidade, gênero e privilégio são desconstruídas. O ensaio percorre os labirintos da mente e da alma, discutindo as ambiguidades de seus papéis e a ironia trágica de suas jornadas. A busca por respostas sobre quem realmente é a borboleta nesta vitrine de horrores nos leva a um mergulho profundo na complexidade da natureza humana.