SINOPSE
Previsões alarmantes sobre o cenário ecológico têm sido uma constante na ciência, mas as evidências recentes se tornam cada vez mais palpáveis no cotidiano. Reflexões de pensadores e pensadoras abordam a raiz do problema, questionando se é viável evitar o colapso ecológico sem desmantelar o arranjo social que rege a relação com a natureza. A luta de comunidades indígenas e as contribuições de movimentos como o ecossocialismo e o feminismo socialista são centrais nesse debate.
Textos que exploram a soberania alimentar, as armadilhas dos investimentos sustentáveis e o negacionismo climático oferecem uma visão abrangente e crítica. Combinando experiências de lutas indígenas, negras, feministas e socialistas, as discussões vão além do diagnóstico e sugerem possíveis caminhos para enfrentar a emergência climática que se aproxima.